Entenda a diferença entre Imposto de Renda Pessoa Física e Jurídica

Todos os anos brasileiros e empresas não podem fugir do Imposto de Renda. A declaração anual é obrigatória para fins fiscais e exige preenchimento de formulário mesmo para quem não possui renda fixa. Empresas e pessoas físicas devem se organizar e entender as suas diferenças ao declarar. Saiba mais!

Pessoa física e jurídica são diferentes para o IR

Pessoa física(PF) os portadores de CPF, adultos e idosos, pessoas comuns. Já pessoa jurídica(PJ) são as empresas, sejam elas de pequeno, médio e grande porta, detentoras de um CNPJ. Todas as empresas para serem legais no Brasil e com perfeito funcionamento devem se registrar na Receita Federal e com isso ganham um cadastro de pessoa jurídica, o seu CNPJ, único e intransferível. 

Para o Imposto de Renda 2018 e de todos os anos os prazos são diferentes. Primeiro as empresas devem declarar e depois inicia-se com as pessoas físicas. Ambos os prazos devem ser respeitados para a declaração de IR ter validade e não ser considerada fraude. 

Tanto PF como PJ devem declarar seus ganhos e gastos todos os anos ou sofrerão penalidades. Na verdade todos os brasileiros estão registrados no Impostos de Renda para finalidades fiscais. Até mesmo as crianças por meio de declaração de dependente surgem devidamente registradas. 

Assim como a PF a PJ possui formulários diferenciados. A física pode ser isenta ou não e a jurídica pode ser simples ou diferenciada de acordo com a renda da empresa anual. 

Diferença entre Imposto de Renda Pessoa Física e Jurídica

Além do prazo diferenciado há alguns outros diferenciais no preenchimento dos formulários de IR entre PF e PJ. São eles:

PF possui dependente – apesar de pessoa jurídica precisar registrar seus empregados, a dependência é diferente. Pessoa física deve declarar filhos e adultos os quais dependem de sua renda, com substrato financeiro seu fixo. 

Um não isenta o outro – uma pessoa dono de uma empresa deve declarar os dois em seus respectivos prazos. Não é porque já declarou da empresa que pode abrir mão do prazo para pessoa física. Deve fazer os dois. 

Os impostos são diferentes – logicamente pessoa jurídica paga muito mais impostos em transações financeiras e por isso a tendência é ter uma restituição menor. Imposto PJ é bem mais alto e maior quantidade. 

Gastos com saúde e educação não são dedutíveis na PJ – mesmo investindo alto em saúde para os funcionários a empresa não é restituída por isso. Deve declarar para o cruzamento de dados com os prestadores de serviços mas não há dedução. Os cursos e universidades também não são mesmo financiados pela empresa. 

Mas ambos são semelhantes em alguns pontos. Um dos mais importantes é apenas declarar o que há nota fiscal. Ganhos extras de trabalhos informais não precisam ir para o formulário tanto de PF como de PJ. 

Também é importante registrar os pagamentos em valores corretos. Erros mínimos como de centavos podem fazer a declaração ser invalidade e ficar pendente perdendo o prazo e pagando multa. 

Quais as agências reguladoras nacionais no Brasil?

As agências reguladoras nacionais servem para disciplinar o estado e também o setor privado, onde estará fiscalizando a atividade de prestações de serviços de cada órgão e empresa, como as que serão citadas a seguir.

Agências Reguladoras Nacionais no Brasil

No total, são 12 Agências Reguladoras Nacionais no Brasil. As primeiras a serem criadas fora, a Aneel, que é a Agência Nacional de Energia Elétrica, em 1996. Logo depois, surgiu a Anatel, Agência Nacional de Telecomunicações, em 1997. No ano seguinte, em 1998, foi criada a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Combustível, ANP.

E para você conhecer mais sobre estas e as outras Agências Reguladoras Nacionais no Brasil, reunimos mais informações em relação a cada uma delas.

1 – Agência Espacial Brasileira (AEB)

A AEB, é uma autarquia do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação,tendo como função promover o desenvolvimento das atividades espaciais. 


2 – Agência Nacional de Águas (ANA)

Essa agência Nacional é uma autarquia vinculada ao Ministério do meio Ambiente, e tem como finalidade fiscalizar a Política Nacional de Recursos Hídricos fazendo parte junto ao Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos. 


3 – Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC)

A ANAC é a responsável por fiscalizar as atividades de aviação civil, além disso, essa agência nacional também tem como missão desenvolver a infraestrutura aeronáutica e aeroportuária do Brasil.


4 – Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL)

Uma das primeiras Agências Nacionais no Brasil, a ANATEL é o órgão que regulamenta as empresas de telecomunicações do país.

Em caso da sua operadora telefônica não resolver o seu problema, você pode ligar para o telefone Anatel que a agência resolverá o seu problema no mesmo minuto.   


5 – Agência Nacional do Cinema (ANCINE) 

A ANCINE é uma autarquia vinculada ao Ministério da Cultura, que tem como função regularizar e fiscalizar as indústrias cinematográfica e videofonográfica.


6 – Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL)

Autarquia vinculado ao Ministério de Minas e Energia, a ANEEL tem como objetivo fiscalizar a produção, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica, conforme as políticas do Governo Federal brasileiro.


7 – Agência Nacional de Mineração (AMN)

Essa é a agência responsável pela Mineração do nosso país, tendo vinculo com o Ministério de Minas e Energia. 


8 – Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis(ANP)

A ANP, tem como objetivo promover a o regulamento, contratação e fiscalização das atividades econômicas das indústrias de petróleo, gás natural e biocombustível.


9 – Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)

Tendo sua sede no estado do Rio de janeiro, a ANS é a autarquia federal vinculada ao Ministério da Saúde do nosso país. Essa agência é responsável por fiscalizar e contribuir com as ações de saúde do Brasil.


10 – Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ)

Vinculada junto ao Ministério de Transportes, a ANTAQ é o órgão responsável por regularizar e fiscalizar os serviços de transportes aquaviários no nosso país. Além disso, garantir a movimentação de pessoas e bens, com segurança, conforto e eficiência. 


11 – Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT)

A ANTT é responsável por implementar as políticas governamentais e fiscalizar as atividades de prestação dos serviços de transportes ferroviários e rodoviários, tendo como objetivo garantir a segurança e conforto de pessoas e bens nos diferentes transportes terrestres.


12 – Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA)

Por fim, a ANVISA é a responsável pela proteção da saúde de toda a população brasileira, com o intermédio do controle sanitário. 

7 Dicas para iniciar o curso superior mesmo sem dinheiro!

Fazer um curso superior no Brasil significa ser aprovado em um vestibular para universidade pública ou pagar pelos estudos. Os valores não são dos mais baixo. Mas a boa notícia é que é possível iniciar um curso superior no Brasil sem pagar nada ou bem pouco. Saiba mais!

Dicas para iniciar o curso superior mesmo sem dinheiro!

Não ter dinheiro não significa não ter diploma. Ao menos não atualmente porque existem muitos bons programas sociais voltados para ajudar estudantes na jornada do ensino superior.

Para quem quer começar nos estudos e não sabe como pagar, reunimos 7 dicas importantes e que pode valer a pena aprofundar o conhecimento.

1 – Tente o FIES

O Financiamento Estudantil, conhecido pela sua sigla FIES, é um programa do governo federal de financiamento de todo ensino superior. O aluno de baixa renda deve ser candidatar no portal do site e concorrer a uma vaga no financiamento.

O diferencial do FIES é que ele financia para quem não tem renda comprovada, mas é preciso ter um fiador. Matrículas e mensalidades são somadas a juros baixos e devem ser pagas apenas após o término do curso.

2 –  Faça a inscrição no Educa Mais Brasil

O programa Educa Mais Brasil é uma parceria entre faculdades em empresas privadas. Os alunos que se inscreverem no site podem concorrer a bolsas  de até 75% do valor da mensalidade.

Não existe bolsa 100%, mas o percentual de desconto é bem significativo para algumas mensalidades como as licenciaturas e cursos de baixo valor. Para concorrer não é preciso pagar nada para se inscrever e a avaliação da disponibilidade da bolsa já sai na hora pelo site do programa.

3 – Concorra a bolsas de estudo nas instituições

Faculdades e universidades privadas costumo acertar bolsas de estudo para alunos exemplares. Procure por instituições de ensino do seu interesse e verifique qual os critérios para concorrer a tais bolsas.

Podem ser notas boas no ensino médio ou ter uma pesquisa já desenvolvida. Não vale a pena tentar e não paga nada.

4 – Faça a prova do Enem

A prova do Exame Nacional do Ensino Médio substitui o vestibular em diversas instituições de ensino superior. Também é pré-requisito para conseguir o FIES, ProUni e muitas bolsas de estudo disponíveis no mercado. O Enem é anual e aluno concluinte de escola pública ou bolsista não paga.

5 – Faça a inscrição no ProUni

O Programa Universidade para Todos foi criado pelo Ministério da Educação. Ele seleciona todos os anos estudantes do ensino médio para ganhar uma bolsa de estudo integral ou parcial em instituição privada. o aluno deve escolher entre dois cursos e pode ser selecionado para bolsas de 50, 75 ou 100%.

6 – Tente uma vaga de emprego na faculdade ou universidade

Muitas instituições de ensino privilegiam bolsas de estudo para funcionários. Você pode não ganhar a sua bolsa de pronto. Mas de depois alguns meses como funcionário pode tentar o vestibular e fazer uso de sua gratuidade.

7 – Fique ligado em bolsas assistenciais de empresas

Grandes empresas costumam ajudar o setor de educação do país. Elas podem fornecer bolsas de estudos para estudantes de baixa renda com programa próprio de seleção. É só ficar ligado nas notícias em sites ou em sites de empresas.

Principais lançamentos de Carros para 2017

Virada de ano é um dos momentos mais emocionantes para os fãs de carros. Os lançamentos já começam a chegar nas lojas e com muita novidade bacana para todos os bolsos e gostos. Confira os principais lançamentos de carros para 2017!

Tucson 2017 está entre os mais aguardados do ano

Quem é fã da Hyundai sabe que a marca não decepciona. E quando se trata de seus modelos de luxo, um dos mais aguardados é o Tucson 2017, um dos queridinhos do mercado brasileiro. Por aqui o carro superou as vendas em sua versão anterior em mais de 20% em relação a alguns países.

A edição especial do modelo vem com alguns toques a mais para deixar o veículo ainda mais bonito. Sua moldura dos vidros cromada e bancos dianteiros com ventilação e aquecimento são diferenciais visando um mercado mais exigente. Outro ponto ressaltado pelos especialistas é seu porta malas com abertura automatizada, um conforto a mais para o viajante.

As novidades acrescentadas na versão 2017 do carro como detector de ponto cego e faixo de luz direcional para curvas nos faróis são essenciais para uma melhor dirigibilidade. O modelo chega ao mercado no valor de R$ 138 mil.

Lançamentos de carro 2017 para viagens

Quem adora pegar uma estrada pode se sentir satisfeito com os lançamentos de carros no mercado mais recentes.

Os fãs da Ford e veículos para estrada podem ficar de olho no novo Ecosport 2017 . Os motoristas mais organizados vão adorar saber que na nova versão são mais de 20 pequenos compartimentos para organizar seus itens.

Com valor de mercado a partir de R$ 68 mil, o Ecoesporte possui versões de 115 a 147 cavalos de potência do motor. Nada mal, hein? Melhor ainda em desempenho quando conta com acessórios como controle de funções por comando de voz, regulagem de para brisas de acordo com a intensidade da chuva, com dois air bags frontais e pode receber mais seis laterais.

O Honda WR-V 2017 é um dos queridinhos do mercado também. Apresentado pela primeira vez no Salão do Automóvel de 2016, a nova versão vem com um pouco mais de espaço interno para conforto da família e alguns diferenciais a serem levados em consideração.

O motor permanece o mesmo, 1.5, de 116 cavalos de potência. O preço de mercado é mais em conta que alguns concorrentes, a parti de R$ 57 mil em sua versão mais simples. O acabamento mais brilhoso deu um toque especial ao produto.

Discovery 2017 chega com novidades ao mercado

O novo Land Rover Discovery chega na sua quinta geração em 2017. Um dos pontos ressaltados pela fabricante é ter uma carroceria ecológica. Cerca de 85% de alumínio é feita de alumínio, uma boa parte deste percentual é reciclado.

Com 4,97 metros de comprimento, é um dos maiores de segmento. Movido a disel, é um dos mais potentes para suportar a estrada. Há versões de 180, 240 e 258 cavalos de motor, indo de 2.0 a 3.0.

Para acompanhar mais modelos e novidades do mercado automotor clique aqui e acompanhe mais dicas.

5 Apps que não podem faltar em uma viagem a trabalho

Viagem a trabalho envolve dois tópicos extremamente importantes: praticidade e economia. Quanto mais tempo for jogado fora menos produtivo pode ser a saída do escritório. E para evitar este problema a tecnologia pode ajudar bastante com bons aplicativos práticos e extremamente úteis. Saiba mais!

Conheça 5 Apps que não podem faltar em uma viagem a trabalho

Usando o smarthphone ou tablet é possível tornar uma viagem à trabalho ainda mais prática. Economizar tempo é uma forma de deixar a ausência do escritório realmente produtiva e até arrancar elogios do chefe se tiver um. Como fazer isso? Alguns aplicativos podem ajudar, como:

Uber – se a cidade de destino possui o Uber como serviço, você deve instalar. Como mais de 500 cidades no mundo já ofertam o transporte de passageiros alternativo vale a pena manter no smarthphone. A vantagem do Uber é o conforto de pedir um transporte próximo do hotel ou pousada e o preço mais em conta que o táxi.

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Também evita a demora em busca de transporte público e há a possibilidade de buscar os roteiros mais próximos para quem tem pressa. Em algumas cidades funciona com pagamento em dinheiro e outras apenas com cartão de crédito direto no aplicativo. Disponível para Apple Store, Windows Phone e Android com instalação gratuita.

Dica: instale antes para usar mais rápido e nas primeiras viagens há desconto.

Kayak – quer ter agendamento de vôo, hotel e buscar aluguel de carros ao alcance do dedo? Este é o aplicativo. Em poucos segundos é possível fazer uma busca por hotéis mais em conta de acordo com o destino e com um diferencial: os mais baratos sempre surgem primeiro. É permitido também fazer o planejamento de toda a viagem baseado em serviços comprados e horários. Disponível para Apple Store, Windows Phone e Android com instalação gratuita.

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Dica: instale e pesquise alguns dias antes para conseguir melhores descontos em estadias e vôos.

Google Agenda – não é uma propaganda da Google porque o aplicativo é realmente eficiente. Coloque alerta em todos os seus compromissos e seu smarthphone ou tablet não vai te permitir chegar atrasado. Pode ainda colocar lembretes antecipados e deixar avisos na tela inicial.

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Um dos diferenciais da Google Agenda é poder ser acessada no computador com sua conta Google. Se perder o celular não tem problema. Continua com acesso via notebook ou tablet de qualquer lugar. Disponível para Apple Store, Windows Phone e Android com instalação gratuita.

Evernote – reuniões em viagens são sempre tumultuadas ou surgem ideias enquanto se está em deslocamento. Com este aplicativo você pode atrelar a um compromisso uma nota em áudio, uma imagem ou apenas um lembrete. Também informa quais compromissos estão mais próximos com lembretes sonoros, vibração ou apenas um alerta visual na tela do aparelho.

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Trello – está viajando mas os projetos continuam com outros membros do grupo? Este é o melhor aplicativo para mais de um usuário conectar suas agendas, andamento de tarefas e informativos. Todos possuem acesso e podem marcar o andamento das atividades. Com design limpo e claro, é fácil encontrar informações na tela.

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Nota: o Google Agenda também faz isso compartilhando o calendário dentre mais usuários. Disponível para Apple Store, Windows Phone e Android com instalação gratuita.

Quem viaja com IPVA atrasado pode ser multado ou ter o carro apreendido?

Donos de veículos dos mais diversos tipos contam com um compromisso anual no orçamento: o Imposto Sobre Propriedade do Veículo (IPVA). Salvos os casos de isenção, o pagamento da taxa é obrigatório e dentro da data limite do calendário do IPVA. Não pagar pode gerar alguns problemas para os proprietários.

Quem não paga o IPVA pode ter o carro apreendido

O IPVA é um imposto nacional. Mesmo sendo pago em sua cidade e com valores do seu estado (muda o valor de estado para estado), a regra é para todos. Um veículo sem a quitação do débito pode ser apreendido em circulação nacional de forma irregular.

A apreensão do carro pode acontecer em caso de consulta da placa por uma blitz em qualquer cidade brasileira. O sistema eletrônico do Detran informa o atraso do pagamento e o veículo pode ser rebocado e apreendido. Os casos mais comuns de apreensão são em blitz da Lei Seca, mas qualquer outra permite este tipo de desconforto.

Sem pagar o imposto o proprietário não possui um Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) e com isso está em débitos com o Governo. O veículo não pode circular em vias públicas até o pagamento do IPVA 2017 Goiás.

Engana-se quem pensa que mesmo sendo parado fora do seu Estado e não houver um reboque o carro não pode ser apreendido. O Detran pode trabalhar de duas formas: o motorista pode ser escoltado a deixar seu veículo em um depósito ele mesmo dirigindo ou o oficial pode solicitar um reboque.

Multa por atraso do IPVA

O atraso de IPVA gera uma multa diária de acordo com o Estado. Em São Paulo, por exemplo, os juros são de 0,33% por dia. Há ainda mais uma taxa fixa por não ter pago e ter o veículo apreendido.

No caso do envio do carro, moto ou caminhão para um depósito paga-se também as diárias de estacionamento do espaço. Esse valor não tem desconto e só pode-se retirar o bem caso haja o pagamento do débito com o Governo.

IPVA atrasado pode ser negociado?

A boa notícia aos devedores é que não há problema dever o IPVA se o veículo está fora de circulação. Se continuar na garagem não há preocupação porque não há apreensão se ele não está andando em vias públicas. A lei é bem clara quanto a isso. Se por algum motivo não pode pagar, é só não dirigir ou emprestar e não haverá problemas.

Quem deseja negociar o débito deve ir até uma unidade da Secretaria da Fazenda (Sefaz) com os documentos do veículo e pessoais e solicitar atendimento com um funcionário responsável. Apenas o proprietário pode fazer isso.

A negociação é feita de forma simples e rápida mas dura apenas alguns dias. Se não há intensão de pagar logo você não pode ir até o ponto de atendimento da Sefaz porque a data do primeiro boleto para parcelas ou pagamento único é próxima. Não pagar não tem problema mas o valor não estaciona na negociação.

Negociando e não fazendo o pagamento os juros são corrigidos por dia e mês. Mas não há multa por não honrar com o acordo. É só se dirigir novamente a uma unidade do Sefaz e fazer uma nova negociação, voltando para casa com os novos boletos impressos.

8 Dicas para diminuir custos e aumentar produtividade em viagens a trabalho!

Mesmo que conheça muitos lugares e faça um bom mailling de contatos, as viagens à trabalho não são férias. São períodos de tempo fora do escritório, com distrações e envolvendo alguns custos para a empresa e até ausência de produtividade. O resultado deve ser alcançado independente das barreiras. Como fazer? Basta seguir algumas dicas a seguir.

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Dá para gastar menos em viagem à trabalho?

Sair do escritório ou home office pode gerar uma fatura enorme de gastos. Os custos podem ficar altos também e alguns controles são necessários. Algumas dicas podem ajudar como:

  • Prefira pousadas a hotéis

Pousadas são mais intimistas e sem o luxo dos hotéis cinco estrelas. Mas as diárias são mais baixas e é mais fácil a negociação para pacotes de longa data com os donos. Outra sugestão é optar por flats ou aluguel de casas por temporada dependendo da quantidade de dias. Viagens de equipe à trabalho podem ficar muito mais em conta em casas alugadas por 60 dias, por exemplo. E ainda conta com a opção de maior espaço e conforto.

  • Restaurantes são mais em conta que fast food

A velocidade da refeição será maior com as lanchonetes rápidas, mas a qualidade e o valor não. Um lanche de grande rede de fast food com batata frita, refrigerante e hambúrguer custa em média R$ 30. Gastando um pouco menos é possível fazer uma refeição mais saudável e evita até problemas de saúde durante a viagem.

  • Dê preferência a vôos na madrugada

Quem viaja de madrugada e em dias restritos (segunda à quinta) paga bem mais em conta. Não são os horários preferidos dos turistas e o valor acaba caindo pela baixa concorrência.

  • Leve apenas o essencial

Bagagem demais significa pagamento de taxas por excesso. Também pode gerar perda de tempo procurando itens, desfazendo e organizando a mala. Você está de passagem e não mudança, então limite-se ao essencial.

  • Prefira carro alugado

Claro, quem possui habilitação. Com um bom auxiliar como smarthphone com GPS ou aplicativos de rotas a direção vai se tornar segura e prática. Cortam-se os intervalos de tempo solicitando transporte e custos. Diária de aluguel de carro pode ser muito mais em conta dependendo do trajeto a ser percorrido que utilizar táxi ou Uber.

Como se manter produtivo em viagem à trabalho

Seja de curta, média ou longa duração, uma viagem à trabalho exige manter o ritmo e o foco. Isso infelizmente nem sempre é possível com as mudanças de ambiente. Boas dicas são:

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  • Fixe um horário de trabalho

Viagem à trabalho permite lazer? Sim, mas sempre após o dever cumprido. Estipular um horário de trabalho ajuda a manter a produção constante. Estipular metas diárias também é uma forma de manter a agenda sempre em andamento.

  • Evite baladas noturnas

A tendência é acordar mais tarde, iniciar o trabalho atrasado e com uma produção bem mais baixa. Nada melhor que uma boa noite de sono para iniciar o dia bem. E lembre-se: quanto mais cedo as metas forem cumpridas mais tempo para o lazer sobra.

  • Torne tempo ocioso produtivo com notebooks ou tablets com teclado

Interrupções acontecem em escritório ou home office mas nada se compara aos períodos ociosos em viagem à trabalho. Há espera por cliente, espera por vôo, espera por alimento… que tal tornar estes intervalos produtivos? Levando o tablet ou notebook com bateria carregada a produção se torna mais rápida. Nada como uma boa wi-fi de alguns pontos comerciais para ajudar.

 

Saiba a diferença entre Imposto de Renda Pessoa Física e Jurídica

Todos os anos donos de empresas necessitam declarar Imposto de Renda(IR) para a Receita Federal. Os prazos são diferentes para pessoa física(PF) e pessoa jurídica(PJ), mas um não isenta o outro. Mesmo sendo empresário o CPF deve declarar mais uma vez como pessoa física seus rendimentos. Mas os formulários contém algumas diferenças.

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Diferença entre Pessoa Física e Jurídica

Juridicamente os dois são diferentes e ao mesmo tempo semelhantes. Pessoa física(PF) possui CPF, seu número de cadastro único para a Receita Federal. Intransferível e imutável. Mesmo depois da morte o número continua valendo, apenas mudando o status para falecimento.pessoa-juridica-635x423

Pessoa jurídica funciona da mesma forma que uma PF. Enquanto o CPF vale para os cidadãos o CNPJ é o número de inscrição da empresa (pessoa jurídica) ao nascer para a Receita Federal. O número é intransferível. São pessoas jurídicas as empresas com um ou mais sócios, do tipo LTDA ou S.A. (sociedade aberta) e portadores de MEI (Micro Empreendedor Individual).

A abertura de um CNPJ deixa a empresa regularizada para funcionamento. Com o número é permitido a compra de bens para empresa, financiamentos e empréstimos específicos com juros diferenciados, emissão de nota fiscal e outros benefícios. Claro, também há as responsabilidades como pagamentos de impostos devidos a sua prestação de serviço, contratação de empregados, dentre outros.

Qual a diferença entre Imposto de Renda Pessoa Física e Jurídica?

Ambas as declarações podem ser feitas por pessoas ou empresários. Contudo, um contador seria o profissional mais qualificado para elaborar a declaração e evitar a malha fina. Algumas diferenças entre o IR de PF e PJ são:

Prazos diferentes – Tanto pessoa jurídica como física devem declarar o IR. A primeira diferenciação para os dois é o prazo: começa primeiro com as empresas no primeiro trimestre do ano e só depois começam as declarações do Imposto de Renda Pessoa Física 2017.

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Imposto na fonte – Alguns dos impostos para pessoa jurídica são retidos diretamente na fonte e não precisam mais serem declarados. Neste caso no ato de preencher o formulário eletrônico não há mais o que ser recolhido ou pago, então não necessita estar no formulário da Receita Federal. O tipo de imposto a ser recolhido desta forma depende da prestação de serviços da empresa.

Deduções diferenciadas – As deduções também são diferenciadas. Gastos com saúde e cursos para os funcionários não entram nas deduções, apenas na declaração de pessoa jurídica. Contudo, todas as compras para a empresa que não sejam retidas na fonte entram, inclusive de outras empresas.

Alíquotas diferenciadas – As alíquotas são recolhidas de forma diferente também. Para a PJ o imposto é cobrado sobre as diferentes formas de lucro: simples, presumido, real e arbitrado. O recolhimento varia de 6 a 15% sobre o lucro real de acordo com os rendimentos da empresa. Quanto maior for o lucro anual, maior será o recolhimento ficando em no máximo 15%. Para aumentar o valor do recolhimento é preciso ultrapassar a base de R$ 20 mil em ganhos mensais.

Os tipos de empresa variam no recolhimento também. O Micro empreendedor individual paga menos imposto que as pessoas jurídicas de sociedade aberta. A lógica é bem simples: se há maior quantidade de funcionários e ganhos, com certeza pagará mais.

 

7 Cursos do SENAC com bons salários!

Vários motivadores são responsáveis pela escolha de um curso ou graduação. Mas pensar no salário pode ser uma das melhores motivações. Afinal, entrar no mercado de trabalho é também pensar em um salário suficiente para qualidade de vida, não é mesmo? Para quem pensa em cursos no SENAC temos algumas dicas de cursos com bom salário após a sala de aula.

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Cursos do Senac são uma ótima escolha

Ter um diploma de nível superior tem suas vantagens. O formado pode enveredar para pesquisas, tornar-se professor universitário e pensar em mestrado e doutorado. Mas muitos profissionais que buscam os cursos técnicos como os do Senac São Paulo 2017, também possuem seus diferenciais.

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Os cursos do Senac estão entre os mais procurados do mercado pela qualidade do ensino. Muitos são voltados para formação de ensino técnico mas há graduação tanto presencial como EAD (ensino a distância) também. Com certificado de conclusão o trabalhador já pode começar a atuar no mercado com carteira assinada ou contrato. E oferecem algumas vantagens como:

  • Curta duração;
  • Custo baixo (bem menor que uma graduação);
  • Uso de apostilas já incluídas no valor da matrícula – livros universitários costumam ser bem caros;
  • Formação focada no exercício da profissão – muitas disciplinas na faculdade são importantes mas para a formação do cidadão, não possuem valor para o exercício profissional prático como sociologia, história da arte, dentre outros. Há seu valor social mas não prático.

Quais cursos do SENAC oferecem o melhor salário ao profissional?

O SENAC oferece cursos profissionalizantes em todas as áreas. Suas unidades espalhadas pelas capitais brasileiras ofertam cursos permanentes e das mais diversas áreas. Alguns possuem salários melhores e outros nem tanto mas não deixam de ser uma boa opção. Os sete melhores salários para formados pela escola são:

1 – CorelDRAW – Ilustração Digital

Ilustradores digitais podem atuar no ramo de publicidade, marketing, propaganda e até cinema e TV. São profissionais versáteis e com salários podendo chegar a R$ 8 mil ou mais.

2 – Photoshop

Muitos fotógrafos possuem o curso mas para otimizar os serviços a contratação de terceiros é a mais indicada. A atuação do profissional pode ser home office ou em agências de publicidade, jornais, revistas e estúdios fotográficos. Os ganhos mensais podem chegar a R$ 7 mil.

3 – Técnico em enfermagem

O setor é concorrido mas a área de atuação é grande. Hospitais e clínicas precisam deste tipo de profissional mas também cuidadores de idosos, crianças e adultos com deficiência em residências, dentre outros. O valor dos ganhos mensais pode ser bem maior que R$ 6 mil.

4 – Técnico em confeitaria

Poucos são os especialistas na área e a demanda é grande tanto para ser professor de cursos como atuar na decoração de bolos e doces. O profissional pode trabalhar em restaurantes, padarias, por conta própria, como consultor, hotéis e pousadas e até escrever sobre o tema. Ganhos mensais podem chegar a R$ 5 mil.

5 – Técnico em Farmácia

O técnico em farmácia estuda e pode elaborar formulação de medicamentos com base em receitas, mas não criar e pesquisar produtos. Esta parte fica para os formados de nível superior. Pode trabalhar em laboratórios de manipulados, farmácias, para consultórios e com desenvolvimento de estudos. O salário fica em torno de R$ 5 mas pode ser bem maior dependendo do contratante.

6 – Técnico em Redes de Computadores

Apesar da forte concorrência o mercado é bem amplo. Montar redes e gerenciar com suporte é uma profissão lucrativa e atua em residências e empresas. Os ganhos podem chegar a R$ 5 mil facilmente com poucos contratos e você pode ser uma pessoa jurídica e aumentar ainda mais os lucros ou solicitar o MEI.

7 – Técnico em Programação de Jogos Digitais

Desenvolvimento de jogos para smarthphone, computadores e vídeo games é uma área em extrema expansão e com poucos especialistas na área. O técnico pode ganhar de R$ 5 a R$ 10 mil mensais se conseguir um bom contrato.

Como fazer curso no SENAC?

O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial abriu as portas da primeira unidade em janeiro de 1946. Hoje são mais de 30 escolas em todo o Brasil, indo do Rio ao Senac PR com cursos com faixas variadas de mensalidade.

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Quem tiver interesse em fazer um curso no Senac deve procurar a unidade mais próxima da sua casa com sua identidade, CPF e comprovante de residência. Leve os documentos, analise os cursos disponíveis, preços da matrícula e veja o que mais te agrada. A duração dos cursos pode ir de algumas semanas há dois anos.

 

Quando não vale a pena financiar o curso pelo FIES!

O FIES ou financiamento estudantil é um dos programas mais concorridos do governo. Ao contrário do PROUNI não é gratuito. Funciona como um financiamento bancário comum apenas alguns benefícios a mais. Ao final dos estudos o aluno deverá pagar sua dívida com o programa. Antes de aceitar é preciso analisar quando não vale a pena financiar o curso pelo Fies.

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Quais os benefícios do FIES?

O financiamento de um curso de nível superior pelo FIES tem seus méritos. Mesmo o aluno necessitando pagar ao final do curso todo o valor mais os juros, esta pode ser a única opção para muitos estudantes conseguirem o diploma.

A oferta de vagas em instituições públicas é muito menor que a quantidade de alunos se graduando. Logo, qualquer oportunidade para os estudos é bem vinda. O intuito maior do programa é abrir vagas no ensino superior para quem não pode pagar pelos estudos.

Vale a pena financiar os estudos pelo FIES?

Para algumas profissões começar um vida profissional com uma dívida não é o mais indicado. O cenário de ter um diploma na mão e buscar sua independente profissional não surge tão rápido quanto se imagina enquanto se está na sala de aula. Para muitos estudantes é quando o aperto financeiro realmente começa.

A dívida do FIES 2017 deve ser paga em dois anos após o último dia de graduação e nem sempre este prazo é hábil. Um curso de odontologia, por exemplo, requer investimento em maquinário de trabalho. Em outros casos o aluno está investindo em roupas ou mesmo transporte e ter uma dívida na conta não é um dos cenários mais agradáveis. Tentar pagar pode até prejudicar sua tentativa de conseguir um bom emprego.

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Os alunos interessados no financiamento estudantil devem lembrar que o FIES é apenas o financiamento da mensalidade da faculdade com pagamentos mensais dos juros. Estudar em nível superior exige outros gastos como livros, apostilas, transporte, roupas, seminários, dentre outros. Em algumas graduações os custos com livros e material de aula são tão altos que é praticamente impossível guardar dinheiro para quitar a dívida.

O emprego pós faculdade também não vem tão rápido como planejado. Pode vir logo após o diploma chegar nas mãos. Em muitos casos até ser um estágio que se tornou emprego, mas pode não acontecer. Pensar neste ponto antes de assinar o contrato de financiamento é importante.

Quando o FIES vale a pena?

Alunos comprometidos com seu futuro profissional e financeiro podem ter uma boa oportunidade com o FIES. Mantendo a meta de pagamento na mente e lembrando que há uma dívida a ser paga e planejando os gastos, pode sim ser um bom investimento.

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O que acontece se o estudante não pagar o FIES?

Ao assinar o contrato é designado um fiador para se comprometer junto com a dívida. Caso o estudante não pague o FIES o fiador será cobrado. E se ambos não pagarem o aluno sofre com multas por atraso, juros e terá seu nome negativado. Não terá crédito em instituições financeiras, o que pode atrapalhar muito o futuro profissional do novo graduado.